no fundo, os sentimentos são diferentes mas a situação é a mesma. uns são mais fortes do que outros, uns parecem sentir mais do que outros. mas a perda é a mesma. e todos também querem partir, mas ninguém tem coragem, por isso sobrevivemos a pensar que o fazemos pelo outro... e o outro, afinal, também só quer ir.
da janela à minha casa por um oceano de árvores em pleno outono
28.1.26
23.1.26
22.1.26
ambos têm capas amarelas :)
noutras notícias... soube que a blogs do Sapo vai encerrar. ora, eu vim parar a este mundo dos blogs por lá. foi a minha porta de entrada em 2007. saí porque o espaço era pequeno, o que sempre foi muito positivo, mas tinha chegado a um momento na minha vida que precisava de não ter público, e não conseguia isso lá. aqui tem funcionado muito bem. gosto de escrever e descarregar as minhas coisas por aqui, e pensar que atirei alguma coisa para a internet que alguém possa encontrar. saliento possa encontrar. no Sapo escrevia sabendo que alguém definitivamente ia ler. escrevia para um público, tendo isso em ideia. aqui, um bocado como faço no instagram com fotos, publico para mim, para voltar ao que escrevi, saber qual era o objectivo da minha partilha, e guardar o momento. se alguém encontrar, boa. senão, o seu objectivo está cumprido na mesma. enfim... onde queria chegar é que sinto pena de ver os blogs da Sapo chegarem ao fim. mantive os meus privados, excepto o último, e entretanto perdi os acessos, pelo que nunca mais conseguirei recuperar os posts (será que também valia a pena? nem dizia nada de jeito).
parece quem está noutro navio e vê o Titanic a afundar.