7.8.26

retrospectiva inspectiva

 curiosamente, o tempo que estive de luto e com depressão, neste momento, foi menor do que o tempo em que perdi peso, criei rotinas, mudei hábitos alimentares, saí da depressão, tratei da ansiedade e de um montinho de quês negativos. o primeiro momento durou uns 6 anos pesados que pareceram um século. o último momento, foram os últimos 10 anos e parecem ter sido 3. de facto, o peso de um copo com água só muda conforme o tempo que o seguramos. ainda bem que tenho segurado penas (ainda que, algumas vezes, molhadas). 

29.7.26

questões de dimensão

 apesar de inconsciente, devemos saber que, no fundo, nunca habitámos a caverna. nós somos a caverna. 


em relação à caverna de Platão.

17.6.26

 os últimos meses foram uma complicação. aconteceu-me algo em abril, ao qual nenhum médico deu importância porque parecia ser algo pouco relevante. e, desde então, acontecem-me as coisas mais sem sentido que alguém se pode lembrar (como ter dor de dentes mas estar tudo bem com os dentes). procurei ajuda e o processo ainda continua porque, a nível de exames, está tudo bem. mas eu não me sinto bem. e, um dos sintomas, também me sinto mal disposta quando pego num livro para ler. aquela má-disposição que uma parte das pessoas tem quando lê no carro, é o que sinto só de abrir e tentar ler um livro. portanto, ando nas amarguras da vida, porque é raro o dia que passe sem tonturas, sem coisinhas chatas. e não sei o que se passa comigo.


são dias, mais para o são meses. raios.